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BASF e TMG promovem quarto ano de Giro Tecnológico em Mato Grosso

22/01/2018

Pelo quarto ano consecutivo, O Giro Tecnológico BASF e TMG esteve nas regiões Oeste, Sudeste, Norte e Leste de Mato Grosso, recebendo a classe agrícola com informações sobre o portfólio de cultivares de soja TMG e produtos BASF. Com o tema ‘Tecnologia que gera resultados’, os encontros aconteceram no dia 9 de janeiro em Campo Novo do Parecis, no dia 11 em Nova Mutum, dia 13 em Primavera do Leste e dia 16 em Querência, e receberam quase 400 pessoas entre produtores rurais, consultores e técnicos.

O objetivo do Giro Tecnológico, de acordo com Renan Santos, supervisor de Desenvolvimento de Mercado da TMG, é além de levar as informações sobre soluções tecnológicas de cultivares e produtos, ouvir os produtores e levar “para casa” os anseios, resultados e experiências da classe agrícola.

 A campo, o público conheceu oito cultivares de soja TMG indicadas para as regiões, entre elas quatro lançamentos da safra 2017/18, a TMG 7067IPRO, TMG 2173IPRO, TMG 2182IPRO e TMG 2286IPRO. A TMG 1180RR, TMG 2181IPRO, TMG 2185IPRO e TMG 1288RR também fizeram parte do Giro Tecnológico.

Nas áreas experimentais, a BASF destacou o manejo de pragas, plantas daninhas e doenças, especialmente a ferrugem asiática na soja, e forneceu detalhes sobre o novo produto Versatilis, fungicida que faz parte do grupo químico das morfolinas.

 Além dos portfólios das empresas, o público acompanhou dois temas - Manejo de Solos e Desafios do Agronegócio para 2018 – Soja e Milho -, que foram apresentados, respectivamente, pelos especialistas Leandro Zancanaro, da Fundação MT, e Paulo Molinari, da Safras & Mercados, nos quatro eventos. A correção do solo, adubação e nutrição da soja x o manejo do sistema de produção, com destaque para a construção de uma boa fertilidade, ao longo dos anos, e consequentemente, o alcance de maiores produtividades, norteou a palestra do pesquisador Zancanaro.

 Na área econômica, Molinari frisou que 2018 será um ano marcado pela volatilidade nos preços das commodities, em razão da possibilidade do fenômeno La Ninã e as questões políticas do Brasil, com eleições presidenciais e instabilidades já presentes.